Quando o olhar percorre o teu nome, o teu numero, para te ligar, ou simplesmente te mandar uma mensagem. Quando o meu pensamento vai ate ti, quando as recordações de todos os nossos momentos me atinge não so o pensamento, como o meu coração e a minha alma.
Quando sinto saudade de um abraço teu, de um carinho teu, de uma palavra tua, de uma conversa, de uma piada, de um sorriso, de uma lágrima. Quando tudo que nos fomos, me vem a memoria, e quando percebo que já não somos nada daquilo, quando toda a nossa amizade, toda a nossa grande amizade, passou a ser absolutamente um nada.
Sinto saudade, de precisar de desabafar e ligar-te, mandar-te uma mensagem e no dia seguinte sentir o teu abraço quente e forte e as tuas palavras “Tudo vai ficar bem, relaxa, descontrai. Tudo voltara ao normal, mais depressa do que imaginas!” . Fazes me falta. Em todos os sentidos possíveis da palavra. Eras o meu apoio, eras o meu abrigo. Era contigo que desabafa, muitas vezes sem dizer rigorosamente nada. Bastava ter te ao meu lado, falar contigo, sentir o teu abraço e tudo que eu sentia de mal, todo o medo, toda a dor, ia embora. Tu eras a minha lanterna, nos momentos mais escuros. Eras a minha cor, nos momentos mais negros.
Partis-te sem razão, partis-te sem uma palavra de despedimento, partis-te sem uma desculpa para o teu afastamento.
E contigo, levas-te tudo que fazia sentido na minha vida, levas-te a cor, levas-te a luz, levas-te os sorrisos, os abraços, as piadas sem sentido. Contigo , com a tua perda, fizeste perceber que quando um Amigo parte, uma parte da nossa Alma vai com ele. Fizeste me entender que cada amigo que conquistamos ao longo da nossa vida, fornecemos a ele uma parte da nossa alma. Fizeste me entender, talvez tarde de mais, que a minha alma esta presa a cada um dos meus amigos, e quando um deles parte, desaparece, foge, se ausenta, a minha alma vai também com ele. E só depende dele, que a minha alma volte para mim..
Texto escrito a pensar em todos os Amigos, que partiram. Em pessoas extremamente importantes, que partiram sem se despedir, que simplesmente se foram embora, sem razão, sem uma desculpa, sem uma palavra. Amigos importantes, que partiram, que eu não esqueci, mas que simplesmente desapareceram.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
terça-feira, 31 de agosto de 2010
Pensamento
"Porque negar o bom sabor da vida?
Para que chorar? Ficar triste? Deprimido?
Porque esconder-mo-nos na escuridão?
Sê feliz com o pouco que tens, aproveita as poucas coisas que a vida te da, aproveita o teu namoro, as tuas amizades, aproveita o teu sorriso, aproveita o dia, a noite, aproveita os poucos (ou muitos) momentos felizes em família.
Vive a tua vida sem medos, ser receios. Vive, luta, vence.
Tu só conseguiras vencer, se não desistires e lutares.
Não te esqueças, aproveita a vida. Nunca deixes nada por fazer, nem nada por dizer.
Vive! "
Para que chorar? Ficar triste? Deprimido?
Porque esconder-mo-nos na escuridão?
Sê feliz com o pouco que tens, aproveita as poucas coisas que a vida te da, aproveita o teu namoro, as tuas amizades, aproveita o teu sorriso, aproveita o dia, a noite, aproveita os poucos (ou muitos) momentos felizes em família.
Vive a tua vida sem medos, ser receios. Vive, luta, vence.
Tu só conseguiras vencer, se não desistires e lutares.
Não te esqueças, aproveita a vida. Nunca deixes nada por fazer, nem nada por dizer.
Vive! "
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Inferno
“Somos marionetes num jogo doentio de hipóteses aleatórias.”
“No final, será que iremos parar ao inferno?”, muitos já vivem no inferno. Será impossível, para essas pessoas, irem parar ao inferno.
Existem vários tipos de inferno, existem aqueles que todos conhecemos, como o inferno que se opõe ao paraíso. E existem os outros tipos de inferno.
Para uns, o inferno é o barulho, a violência existente em casa, as discussões entre os seus pais, o choro da sua mãe, do seu irmão mais novo. Os copos, os pratos, as garrafas a caírem e a partirem-se no chão.
Para outros, o inferno é o silencio. O silencio que obtêm mal entram em casa. Mal saiem de casa..
Para outros, o inferno é a indiferença causada pelas pessoas em casa, na escola, no trabalho. O gozo que recebem por parte dos colegas, dos familiares.
O inferno, por vezes está mais perto do que pensas, o inferno por vezes é mais do que um “Diabo”, mais do que um mar de fogo, mais do que prisões de tortura. Por vezes, o inferno é simplesmente a tua vida, o teu quotidiano, o teu entrar e sair de casa.
O inferno é a vida que temos, o inferno é aquilo que nos é causado por pessoas cruéis, infelizes e mimadas. O inferno, por vezes é apenas, estar vivo!
“No final, será que iremos parar ao inferno?”, muitos já vivem no inferno. Será impossível, para essas pessoas, irem parar ao inferno.
Existem vários tipos de inferno, existem aqueles que todos conhecemos, como o inferno que se opõe ao paraíso. E existem os outros tipos de inferno.
Para uns, o inferno é o barulho, a violência existente em casa, as discussões entre os seus pais, o choro da sua mãe, do seu irmão mais novo. Os copos, os pratos, as garrafas a caírem e a partirem-se no chão.
Para outros, o inferno é o silencio. O silencio que obtêm mal entram em casa. Mal saiem de casa..
Para outros, o inferno é a indiferença causada pelas pessoas em casa, na escola, no trabalho. O gozo que recebem por parte dos colegas, dos familiares.
O inferno, por vezes está mais perto do que pensas, o inferno por vezes é mais do que um “Diabo”, mais do que um mar de fogo, mais do que prisões de tortura. Por vezes, o inferno é simplesmente a tua vida, o teu quotidiano, o teu entrar e sair de casa.
O inferno é a vida que temos, o inferno é aquilo que nos é causado por pessoas cruéis, infelizes e mimadas. O inferno, por vezes é apenas, estar vivo!
terça-feira, 1 de junho de 2010
Um sorriso
“Um sorriso, peço aquele meu sorriso verdadeiro, feliz. Aquele sorriso mesmo meu! Que eu sempre esboçava na minha face de forma confiante, alegre, e ate “exibicionista”. Tempestades vinham, mas sempre me mantive fiel ao meu lema de nunca desistir. A dor podia ser enorme, a vontade de chorar imensa. Mas eu limitava me a sorrir perante todas as dificuldades e obstáculos com que a vida me presenteava. Hoje, o sorriso demora a aparecer. Por vezes solto um riso mas é momentâneo, não há aquela beleza, aquela felicidade, aquela magia do sorriso do passado…”
Páginas de uma vida, Ricardo Russa
Páginas de uma vida, Ricardo Russa
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
“Procuro na memoria, o sorriso de outrora…”
“A dor invade cada veia do meu corpo, levando o sofrimento, a dor, a magoa, percorrer cada milímetro do meu corpo… Falta-me o ar, faltam-me as palavras, falta-me o sorriso, e de tudo, so me restam simples lágrimas… Lagrimas que não param, percorrem, e percorrem a minha face.
(- Se param?
-Não… Não param. E possivelmente, demorara algum tempo a parar…)
Contudo, a dor que sinto. Não me levou a sentir rancor por ti, nem em um único dia da minha, inútil, vida. Não te odeio, nem te quero mal. Depois de tudo, simplesmente quero que fiques bem. Que sejas feliz, e que encontres o rapaz dos teus sonhos. E que ele te de a vida que sempre sonhas te, e te leve a ter a felicidade pela qual sempre ânsias te.
Na maioria das pessoas, ou possivelmente em todas. Teriam posto uma foto tua, colada a parede. E atirado dardos, facas, pregos, alfinetes, agulhas, tesouras, etc. Ou então, colando a tua foto numa mini boneca, e feito Vudu. Possivelmente, iriam odiar-te, hoje com 18 anos, e quando tivessem 40 também. Eu não, tu sabes como sou. Gosto de estar no meu canto, no meu mundo. (Mundo que quis partilhar contigo, mas foi em vão essa tentativa…). Não me gosto de chatear, muito menos de odiar alguém. Principalmente alguém que foi/é tão importante, mesmo depois de tudo.
A verdade é só uma, adorava que o tempo voltasse atrás, que quando a mentira começou. Tivesses posto a mão na cabeça, e pensado bem em tudo. Que caso, essa mentira começasse, não a deixasses prolongar, depois das minhas defrontas consequentes, e diárias. E caso, se por alguma estúpida razão, isso voltasse a acontecer, não precisasses que alguém brincasse contigo, alguém te magoasse. Para te lembrares que eu existo. Para vires ter comigo dizer “Hey, eu estou tão arrependida do que te fiz, de te ter mentido, e magoado. Eu amo - te! E preciso de ti para viver!”. E é aqui que eu penso. Foi preciso ser magoado, para vires ter comigo? Foi preciso sentires que já não tinhas aquele carinho que sempre tinhas, aquele amor, aquele sorriso que te ofereciam, ou ate aquele coração a bater mesmo na palma da tua mão, para perceberes “ Hey, eu fiz merda! E merda da grande”. Sim, fixes-te. E tives te milhentas oportunidades, para parares a bola de neve, que crescia e crescia. Mas nunca te deste ao trabalho de fazer, fosse o que fosse. E agora, sou eu que não me dou ao trabalho de voltar a erguer os meus braços, de voltar a abrir-te as mãos, e colocar o meu coração nelas… Não. Não me dou, não por raiva, não por ódio, ou por vingança. Não me dou, simplesmente porque sempre que o fiz, acabei sofrendo, acabei magoado, e a ver o meu coração esmagado, e esfaqueado pelas tuas mãos. E quando isso acontece, não uma, não duas, não três, não …. Uma pessoa, tem de entender que não pode voltar a cair no mesmo. Não ate ter provas suficientes, que a pessoa em questão mudou. Não, sem ter provas onde possa acreditar, sem ser simples palavras a dizer “acredita em mim”, “eu juro”, “eu mudei”.
Eu amo-te, eu sei, tu sabes, todos que me conhecem, e nos conhecem, sabem que eu so te vejo a minha frente, e só tu moras no meu coração. Mas a dor não poderia durar mais, não depois de tudo que me fizes-te. Não poderia ficar sentado, esperando pela próxima facada, pela próxima chamada, pela próxima pedra, pela próxima dor… Eu amo-te. E não sou o único a saber o quanto eu lutei e lutei por ti. E agora, mais do que nunca, és a única que tem que provar que mudou, e que mostrar que eu sou, ou realmente fui importante para ti…
Possivelmente, nem iras ler este texto. Se calhar nem sonhes que eu o escrevi, e que ele algum dia existiu. Contudo, precisava desabafar cá para fora o que sinto, sem ser da minha maneira fria e seca, sem ser da minha maneira arrogante, ou magoada.
Death the Kid
Angel of the death
“A dor invade cada veia do meu corpo, levando o sofrimento, a dor, a magoa, percorrer cada milímetro do meu corpo… Falta-me o ar, faltam-me as palavras, falta-me o sorriso, e de tudo, so me restam simples lágrimas… Lagrimas que não param, percorrem, e percorrem a minha face.
(- Se param?
-Não… Não param. E possivelmente, demorara algum tempo a parar…)
Contudo, a dor que sinto. Não me levou a sentir rancor por ti, nem em um único dia da minha, inútil, vida. Não te odeio, nem te quero mal. Depois de tudo, simplesmente quero que fiques bem. Que sejas feliz, e que encontres o rapaz dos teus sonhos. E que ele te de a vida que sempre sonhas te, e te leve a ter a felicidade pela qual sempre ânsias te.
Na maioria das pessoas, ou possivelmente em todas. Teriam posto uma foto tua, colada a parede. E atirado dardos, facas, pregos, alfinetes, agulhas, tesouras, etc. Ou então, colando a tua foto numa mini boneca, e feito Vudu. Possivelmente, iriam odiar-te, hoje com 18 anos, e quando tivessem 40 também. Eu não, tu sabes como sou. Gosto de estar no meu canto, no meu mundo. (Mundo que quis partilhar contigo, mas foi em vão essa tentativa…). Não me gosto de chatear, muito menos de odiar alguém. Principalmente alguém que foi/é tão importante, mesmo depois de tudo.
A verdade é só uma, adorava que o tempo voltasse atrás, que quando a mentira começou. Tivesses posto a mão na cabeça, e pensado bem em tudo. Que caso, essa mentira começasse, não a deixasses prolongar, depois das minhas defrontas consequentes, e diárias. E caso, se por alguma estúpida razão, isso voltasse a acontecer, não precisasses que alguém brincasse contigo, alguém te magoasse. Para te lembrares que eu existo. Para vires ter comigo dizer “Hey, eu estou tão arrependida do que te fiz, de te ter mentido, e magoado. Eu amo - te! E preciso de ti para viver!”. E é aqui que eu penso. Foi preciso ser magoado, para vires ter comigo? Foi preciso sentires que já não tinhas aquele carinho que sempre tinhas, aquele amor, aquele sorriso que te ofereciam, ou ate aquele coração a bater mesmo na palma da tua mão, para perceberes “ Hey, eu fiz merda! E merda da grande”. Sim, fixes-te. E tives te milhentas oportunidades, para parares a bola de neve, que crescia e crescia. Mas nunca te deste ao trabalho de fazer, fosse o que fosse. E agora, sou eu que não me dou ao trabalho de voltar a erguer os meus braços, de voltar a abrir-te as mãos, e colocar o meu coração nelas… Não. Não me dou, não por raiva, não por ódio, ou por vingança. Não me dou, simplesmente porque sempre que o fiz, acabei sofrendo, acabei magoado, e a ver o meu coração esmagado, e esfaqueado pelas tuas mãos. E quando isso acontece, não uma, não duas, não três, não …. Uma pessoa, tem de entender que não pode voltar a cair no mesmo. Não ate ter provas suficientes, que a pessoa em questão mudou. Não, sem ter provas onde possa acreditar, sem ser simples palavras a dizer “acredita em mim”, “eu juro”, “eu mudei”.
Eu amo-te, eu sei, tu sabes, todos que me conhecem, e nos conhecem, sabem que eu so te vejo a minha frente, e só tu moras no meu coração. Mas a dor não poderia durar mais, não depois de tudo que me fizes-te. Não poderia ficar sentado, esperando pela próxima facada, pela próxima chamada, pela próxima pedra, pela próxima dor… Eu amo-te. E não sou o único a saber o quanto eu lutei e lutei por ti. E agora, mais do que nunca, és a única que tem que provar que mudou, e que mostrar que eu sou, ou realmente fui importante para ti…
Possivelmente, nem iras ler este texto. Se calhar nem sonhes que eu o escrevi, e que ele algum dia existiu. Contudo, precisava desabafar cá para fora o que sinto, sem ser da minha maneira fria e seca, sem ser da minha maneira arrogante, ou magoada.
Death the Kid
Angel of the death
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